“As Redes Sociais, as compras coletivas, os conteúdos específicos para players, as versões customizadas para navegadores, as aplicações móbiles, a transmídia, a 3D, os links patrocinados, os diferentes sistemas operacionais, os novos aplicativos, as tendências específicas de segmentos de públicos, os hábitos de consumos na web, as diferentes opções de mídia e a publicidade digital, são as novas necessidades para todos os tipos de empresas que vão impactar enormemente o seu negócio”. (Airton Correa Soares Junior – diretor de marketing da CDI – Comunicação Digital Inteligente) Fonte: Jornal do Comércio RS.

sábado, 29 de julho de 2017

Mercado de trabalho dá sinais de estabilidade


A taxa de desocupação média brasileira atingiu 13,0% no trimestre que compreende os meses de abril a junho. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, houve uma queda de 0,7 p.p. ante o trimestre anterior (janeiro a março). Na comparação com o mesmo trimestre de 2016, a taxa se elevou em 1,7 p.p..
No que se refere aos componentes da taxa de desocupação, na comparação interanual, o contingente de ocupados declinou 0,6%, enquanto a força de trabalho disponível cresceu 1,3%. Desse modo, tanto a diminuição no número de pessoas ocupadas quanto a elevação da força de trabalho disponível influenciaram a alta da taxa de desocupação média do período. Na comparação com trimestre de janeiro a março de 2017, houve aumento de 1,4% na ocupação, ao passo que a força de trabalho cresceu 0,6%, resultando em uma taxa de desocupação menor.
O rendimento médio das pessoas ocupadas foi de R$ 2.104,00, no período de abril a junho, com acréscimo real de 3,0% em relação à remuneração no mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.043,00). A massa de rendimento real aumentou 2,3% na mesma base de comparação, refletindo a elevação no rendimento médio em magnitude mais intensa que o declínio na população ocupada.
Em resumo, os dados de junho mostram um mercado de trabalho ainda enfraquecido, porém com a deterioração que marcou a crise dos últimos dois anos com sinais de interrupção. A taxa de desocupação permanece acima do verificado em no ano passado, no entanto a redução que ocorre em relação ao início do ano mostra que, independentemente dos fatores sazonais do mercado de trabalho, o mercado de trabalho parou de piorar na margem, mesmo que não dê sinais de melhora significativa.
Fonte: Fecomércio

Nenhum comentário:

Postar um comentário