
A taxa de desocupação média
brasileira atingiu 13,0% no trimestre que compreende os meses de abril a junho.
De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD
Contínua), do IBGE, houve uma queda de 0,7 p.p. ante o trimestre anterior
(janeiro a março). Na comparação com o mesmo trimestre de 2016, a taxa se
elevou em 1,7 p.p..
No que se refere aos componentes da
taxa de desocupação, na comparação interanual, o contingente de ocupados
declinou 0,6%, enquanto a força de trabalho disponível cresceu 1,3%. Desse
modo, tanto a diminuição no número de pessoas ocupadas quanto a elevação da
força de trabalho disponível influenciaram a alta da taxa de desocupação média
do período. Na comparação com trimestre de janeiro a março de 2017, houve
aumento de 1,4% na ocupação, ao passo que a força de trabalho cresceu 0,6%,
resultando em uma taxa de desocupação menor.
O rendimento médio das pessoas
ocupadas foi de R$ 2.104,00, no período de abril a junho, com acréscimo real de
3,0% em relação à remuneração no mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.043,00).
A massa de rendimento real aumentou 2,3% na mesma base de comparação,
refletindo a elevação no rendimento médio em magnitude mais intensa que o
declínio na população ocupada.
Em resumo, os dados de junho
mostram um mercado de trabalho ainda enfraquecido, porém com a deterioração que
marcou a crise dos últimos dois anos com sinais de interrupção. A taxa de
desocupação permanece acima do verificado em no ano passado, no entanto a
redução que ocorre em relação ao início do ano mostra que, independentemente
dos fatores sazonais do mercado de trabalho, o mercado de trabalho parou de
piorar na margem, mesmo que não dê sinais de melhora significativa.
Fonte: Fecomércio
A taxa de desocupação média
brasileira atingiu 13,0% no trimestre que compreende os meses de abril a junho.
De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD
Contínua), do IBGE, houve uma queda de 0,7 p.p. ante o trimestre anterior
(janeiro a março). Na comparação com o mesmo trimestre de 2016, a taxa se
elevou em 1,7 p.p..
No que se refere aos componentes da
taxa de desocupação, na comparação interanual, o contingente de ocupados
declinou 0,6%, enquanto a força de trabalho disponível cresceu 1,3%. Desse
modo, tanto a diminuição no número de pessoas ocupadas quanto a elevação da
força de trabalho disponível influenciaram a alta da taxa de desocupação média
do período. Na comparação com trimestre de janeiro a março de 2017, houve
aumento de 1,4% na ocupação, ao passo que a força de trabalho cresceu 0,6%,
resultando em uma taxa de desocupação menor.
O rendimento médio das pessoas
ocupadas foi de R$ 2.104,00, no período de abril a junho, com acréscimo real de
3,0% em relação à remuneração no mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.043,00).
A massa de rendimento real aumentou 2,3% na mesma base de comparação,
refletindo a elevação no rendimento médio em magnitude mais intensa que o
declínio na população ocupada.
Em resumo, os dados de junho
mostram um mercado de trabalho ainda enfraquecido, porém com a deterioração que
marcou a crise dos últimos dois anos com sinais de interrupção. A taxa de
desocupação permanece acima do verificado em no ano passado, no entanto a
redução que ocorre em relação ao início do ano mostra que, independentemente
dos fatores sazonais do mercado de trabalho, o mercado de trabalho parou de
piorar na margem, mesmo que não dê sinais de melhora significativa.