“As Redes Sociais, as compras coletivas, os conteúdos específicos para players, as versões customizadas para navegadores, as aplicações móbiles, a transmídia, a 3D, os links patrocinados, os diferentes sistemas operacionais, os novos aplicativos, as tendências específicas de segmentos de públicos, os hábitos de consumos na web, as diferentes opções de mídia e a publicidade digital, são as novas necessidades para todos os tipos de empresas que vão impactar enormemente o seu negócio”. (Airton Correa Soares Junior – diretor de marketing da CDI – Comunicação Digital Inteligente) Fonte: Jornal do Comércio RS.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Mídias Sociais e o comportamento do internauta brasileiro.

Com 46,3 milhões de usuários o Brasil é o sétimo maior mercado de internet do mundo, com alta de 50% em conexão móvel entre agosto e setembro de 2011, segundo estudo “2012   Digital Future in Focus”, da comScore. Atualmente, mais de 85% dos internautas participam de alguma rede social, no País.

O Brasil cresceu 44% no número de acesso a blogs em 2011, com uma média de visitante de 95%, ficando à frente da Correia do Sul e da Turquia. Atualmente, há 152 milhões de blogs na internet, segundo a Blog Pulse.

Já o Facebook se consolidou pelo maior número de usuários no paíis, com mais de 43 milhões de internautas. 700 bilhões de minutos por mês é o tempo que as pessoas passam no Facebook, no mundo todo.

Quanto ao acesso ao YouTube, o Brasil é o segundo em usuários no mundo. Em 2011, os brasileiros assistiram a 4,7 bilhões de vídeos online, uma navegação que ficou em 27,2 horas por pessoa, em média.

O Twitter registrou, em 2010, mais de 100 milhões de novas contas. 90 milhões é o número de twwets por dia, onde 25% deste contêm links.

Hoje, desenvolver estratégias para captação de novos clientes e divulgar marcas e produtos nas redes sociais é mais que uma obrigação para todo empreendedor.
Fonte: comScore e Jornal do Comércio RS.

A classe C brasileira representará até 41% das famílias até 2020.

A capacidade de consumo da classe C deverá atingir 28,7 milhões de famílias no Brasil, até 2020, segundo o Plano CDE, consultoria especializada no universo das classes C, D e E. A classe passou de 28% em 2002 para 32% em 2008. O estudo apontou ainda que a classe B também deverá consumir mais até o período estimado.

Até 2020, as famílias pertencentes a classe B passarão de 6,4 milhões para 9,1 milhões, representando cerca de 13% do total. De 2002 a 2008 foi registrado um crescimento da massa e na distribuição de renda das famílias pertencentes a esta classe em 1%. As classes B e C juntas são responsáveis por mais de R$ 270 bilhões do poder de compra.

A classe D representará em torno de 15,3 milhões de famílias brasileiras; enquanto a classe E, 11,7 milhões do total, representando 39% das famílias. Já a classe A deverá passar de 3,2 milhões em 2008 para 4,5 milhões até 2020, representando 7% das famílias. Foram ouvidas 1,6 mil pessoas das classes A, B, C, D e E, de São Paulo e Recife. 
Fonte: Plano CDE consultoria e Jornal do Comércio RS.

domingo, 27 de abril de 2014

Porto Alegre registrou aceleração no índice da construção.

Índice Nacional do Custo da Construção – M (INCC-M) registrou variação de 0,67% em abril, ante ao apontado em março, que ficara em 0,22%. No acumulado do ano o índice de variação foi de 2,04% e, nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 7,75%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBE-FGV) e são calculados com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O estudo também registrou o índice de 0,93% para Materiais, Equipamentos e Serviços, no mesmo período, ante ao mês de março, onde a taxa foi de 0,45%. Quanto à Mão de Obra o índice registrou variação de 0,42%. No mês anterior, 0,01% foi a taxa de variação.

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços os índices foram os seguintes:

Materiais e Equipamentos – variação de 0,95% em abril (0,49% em março)
Materiais para Estruturas – variação de 1,09% em abril (0,36% em março)
Serviços – variação de 0,84% em abril (0,29% em março)
Mão de Obra – variação de 0,42% em abril (0,01% em março)

Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo apresentaram aceleração na taxa de variação.

Salvador e Recife apresentaram desaceleração na taxa de variação.

Fonte: FGV

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Índice de Confiança da Construção no primeiro trimestre de 2014.

O Índice de Confiança da Construção (ICST) apontou uma pequena queda neste primeiro trimestre do ano, com uma variação de -3,3%, em relação ao mesmo período de 2013. Em março, o índice ficou em -5,6%, fevereiro registrou -1,3%, e janeiro -3,9%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBE/FGV). Mesmo negativos os índices apontam uma pequena melhora na confiança do setor para os próximos meses.

A taxa de variação interanual trimestral do Índice de Expectativas (IE-CST) passou de -3,5%, em fevereiro, para -4,8%, em março – maior variação nesta base de comparação desde março de 2013 (-6,3%). Na comparação interanual mensal, o IE-CST registrou queda ainda mais acentuada, ao passar de -2,0%, em fevereiro, para -8,7%, em março. 

Já a percepção sobre o estado atual dos negócios pouco se alterou e o Índice de Situação Atual (ISA-CST) chegou a apresentar melhora em termos trimestrais, ao variar -1,5%, em março, depois de registrar -2,7%, no trimestre findo em fevereiro. Em bases mensais, no entanto, o indicador piorou, ao sair de -0,4%, em fevereiro, para -1,8%, em março. 

A queda relativa do ICST foi concentrada em três segmentos:

Obras Viárias - variação interanual trimestral passou de -0,9%, em fevereiro, para -4,6%, em março;

Edificações - com taxas de -2,3% e -3,6%; e


Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição - variação de -1,5% para -2,7% respectivamente, nos mesmos períodos.

A evolução recente da atividade influenciou uma melhora relativa do ISA-CST. A variação interanual do Indicador Trimestral¹ deste item passou de -5,4%, em fevereiro, para -2,3%, em março. Das 641 empresas consultadas, 19,1% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre findo em março de 2014, o mesmo percentual apurado no mesmo período do ano anterior; já 21,3% das empresas reportaram que a atividade diminuiu (contra 19,0%, em março de 2013).

O quesito que mede as expectativas com a demanda prevista nos meses seguintes foi o que exerceu maior influência negativa sobre o IE-CST. A variação interanual trimestral deste quesito passou de -2,0%, em fevereiro, para -4,5%, em março. A proporção de empresas prevendo aumento na demanda no trimestre findo em março de 2014 é de 31,4%, contra 33,2% há um ano, enquanto a parcela das que estão prevendo piora foi de 9,0%, contra 5,0%, em março do ano anterior. Fonte: FGV

quinta-feira, 10 de abril de 2014

FGV divulga índices do mês de março.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 1,67%, em março, com variação de 2,55% no acumulado dos três primeiros meses, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBE/FGV). O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. Em fevereiro, o índice variou 0,38%. Em março de 2013, a variação foi de 0,21%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou variação de 0,22%, no mesmo período, ante ao 0,44% apontado em fevereiro. Quanto ao índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços a variação foi de 0,45%, ante ao registrado no mês anterior, onde a taxa atingiu 0,68%. O custo da Mão de Obra registrou variação de 0,01%. No mês anterior, este índice registrou taxa de 0,22%.


O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 2,20%. No mês anterior, a taxa foi de 0,27%. O índice relativo aos Bens Finais variou 2,23%, em março. Em fevereiro, este grupo de produtos mostrou variação de 0,28%. Contribuiu para a aceleração o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 0,60% para 17,48%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,59%. Em fevereiro, a taxa foi de 0,20%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,82%, em março, ante 0,70%, em fevereiro. A principal contribuição para este acréscimo partiu do grupo Alimentação (0,49% para 1,55%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item hortaliças e legumes (-1,24% para 19,44%). Fonte: FGV

terça-feira, 8 de abril de 2014

Porto Alegre registra queda no preço de imóveis, aponta FipeZap.

O índice da Federação Instituto de Pesquisas Econômicas (FipeZap), de preços de imóveis, que mede o valor do metro quadrado em 16 capitais brasileiras, apontou que Porto Alegre e Brasília apresentaram queda em (1,07%) e (0,07%), respectivamente, em março último. O estudo destacou uma variação de 0,64% no índice geral, para o período, em relação ao mês de fevereiro. Nas 16 cidades avaliadas a média de preços ficou em R$ 7.414.  

Conforme a pesquisa o índice de preços de imóveis subiram mais em Vila Velha (1,75%), Fortaleza (1,41%) e Rio de Janeiro (1,03%), consolidando março como o segundo mês consecutivo onde a alta foi menor que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que apontou 0,85%. Em 2014, os preços dos imóveis acumulam um crescimento de 1,99%. Os dados foram divulgados na última quinta-feira (3) pela Fipe, portal ZAP Imóveis.
Fonte: FipeZap
Fonte: FipeZap