“As Redes Sociais, as compras coletivas, os conteúdos específicos para players, as versões customizadas para navegadores, as aplicações móbiles, a transmídia, a 3D, os links patrocinados, os diferentes sistemas operacionais, os novos aplicativos, as tendências específicas de segmentos de públicos, os hábitos de consumos na web, as diferentes opções de mídia e a publicidade digital, são as novas necessidades para todos os tipos de empresas que vão impactar enormemente o seu negócio”. (Airton Correa Soares Junior – diretor de marketing da CDI – Comunicação Digital Inteligente) Fonte: Jornal do Comércio RS.

domingo, 2 de novembro de 2014

Perspectivas para 2014 e 2015 na economia brasileira.

“A elevação da produtividade, ao gerar mais produção, acabará criando mais empregos; e geração de empregos, além de contribuir para o crescimento econômico, diminui os gastos com os programas sociais”, destacou o economista, consultor e professor da Fundação Getulio Vargas, Robson Gonçalves, durante encontro com grupo de empresários e executivos do setor da construção civil, no dia 30 de outubro, no SindusCon-SP. As perspectivas para 2014 e 2015 foram apresentadas pelo economista no evento “Diálogos da Construção”, conduzido pelo presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, e pelo vice-presidente Administrativo e Financeiro, Francisco Vasconcellos.

Para o especialista, no atual cenário de baixo desemprego, inflação e salários em crescimento, o governo precisa assumir um compromisso com uma produtividade desesperadora da economia: ou a eleva ou traz gente de fora. "A primeira medida que o governo deve tomar é deixar claro que a política econômica retornará aos três pilares. Precisa praticar o regime de metas de inflação, entregar o superávit prometido das contas públicas e cuidar das contas externas. Precisa atuar com clareza, reduzir a incerteza, melhorar o ambiente de negócios", afirmou.

Gonçalves disse ter convicção de que o Brasil dispõe de condições de voltar a crescer. Lembrou que a economia brasileira foi a que melhor se recuperou após a crise financeira internacional de 2008/2009. E preconizou simplificação da tributação, mais investimentos na infraestrutura e na logística, desburocratização, reajuste de preços administrados e elevação da taxa de investimento. "Nada contra o gradualismo no ajuste econômico, desde que sejam tomadas as medidas certas", comentou.

Previsões do economista para o setor em:

Final de 2014

- crescimento do PIB de 0,3%;
- inflação de 6,8%;
- taxa Selic acima de 11,25%;
- dívida pública líquida de 33,3% do PIB;
- superávit do balanço de US$ 2,4 bilhões;
- investimento direto externo de US$ 60 bilhões, e
- taxa de câmbio a R$ 2,40.

Final de 2015

- crescimento do PIB de 1%;
- inflação de 6,3%;
- taxa Selic acima de 11,25%;
- dívida pública líquida de 33,8% do PIB;
- superávit do balanço de US$ 9 bilhões;
- investimento direto externo de US$ 57 bilhões, e
- taxa de câmbio a R$ 2,50.


Fonte: SindusCon-SP