“As Redes Sociais, as compras coletivas, os conteúdos específicos para players, as versões customizadas para navegadores, as aplicações móbiles, a transmídia, a 3D, os links patrocinados, os diferentes sistemas operacionais, os novos aplicativos, as tendências específicas de segmentos de públicos, os hábitos de consumos na web, as diferentes opções de mídia e a publicidade digital, são as novas necessidades para todos os tipos de empresas que vão impactar enormemente o seu negócio”. (Airton Correa Soares Junior – diretor de marketing da CDI – Comunicação Digital Inteligente) Fonte: Jornal do Comércio RS.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Índice Geral de Preços perde força no mês de julho.

Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,18%, em julho. No acumulado do ano até o período avaliado a taxa atingiu 6,09%. Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 11,63%. O IGP-M é calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de -0,01%. No mês anterior, a taxa foi de 2,21%. O índice relativo aos Bens Finais variou 1,41%, em julho. Em junho, este grupo de produtos mostrou variação de 1,65%. Contribuiu para este recuo o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 9,96% para 3,81%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 1,22%. Em junho, a taxa foi de 0,74%.
O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 0,28%. Em junho, a taxa foi de 1,48%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura,cuja taxa de variação passou de 2,79% para 0,29%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,27%, ante 1,80%, em junho.
No estágio inicial da produção, o índice do grupo Matérias-Primas Brutas variou -1,96%, em julho. Em junho, o índice registrou variação de 3,66%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram:soja (em grão) (14,82% para -3,68%), milho (em grão) (5,65% para -11,19%) e minério de ferro (-3,56% para   -9,17%). Em sentido oposto, destacam-se: mandioca (aipim) (-5,32% para 2,95%), leite in natura(4,91% para 8,03%) e café (em grão) (1,83% para 4,99%).
Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,29%, em julho, ante 0,33%, em junho. Três das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Habitação (0,69% para 0,13%).  Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 0,89% para -1,04%.
Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Vestuário (0,70% para -0,07%) e Despesas Diversas (1,48% para 0,58%). Nestas classes de despesa, os destaques foram:roupas (0,60% para -0,27%) e cigarros (2,74% para -0,52%), respectivamente.
Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Alimentação (0,12% para 0,44%), Educação, Leitura e Recreação (-0,03% para 0,62%), Transportes (-0,26% para -0,04%) e Comunicação (0,13% para 0,16%). Nestas classes de despesa, destacaram-se: laticínios (3,90% para 8,28%), passagem aérea (-4,90% para 14,40%), tarifa de ônibus urbano (-0,28% para 0,28%) emensalidade para tv por assinatura (0,00% para 0,43%), respectivamente.
O grupo Saúde e Cuidados Pessoais repetiu a taxa de variação registrada na última apuração, 0,67%. As principais influências em sentido ascendente e descendente partiram dos itens: artigos de higiene e cuidado pessoal (0,63% para 1,11%) e medicamentos em geral (0,48% para 0,05%), respectivamente.
 
Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em julho, variação de 1,09%, abaixo do resultado de junho, de 1,52%. O índice relativo a MateriaisEquipamentos e Serviços registrou variação de 0,12%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,26%. O índice que representa o custo daMão de Obra registrou taxa de 1,93%. No mês anterior, este grupo variou 2,64%.
Fonte: FGV

sábado, 23 de julho de 2016

Procon Porto Alegre fiscaliza precificação em vitrines

Até esta sexta-feira, dia 22, o Procon Porto Alegre realiza mais uma ação de fiscalização do cumprimento da Lei da Precificação em shoppings, revendas de automóveis e lojas de material de construção. A ação iniciou no dia 19, terça-feira, quando o órgão autuou, por falta de preços nas vitrines, cinco lojas no Shopping Praia de Belas, três revendas de carros localizadas na avenida Ipiranga e uma loja de material de construção, situada na rua da Conceição. Os estabelecimentos autuados têm dez dias para apresentarem defesa no Procon Porto Alegre e estão sujeitas à multa que varia de R$ 730 a R$ 10.950.000. Ao todo, 92 estabelecimentos foram fiscalizado. 

O objetivo da atividade é averiguar a correta afixação de preços em vitrines. Diz a Lei da Precificação que os lojistas são obrigados a exibir os preços dos produtos informando nas etiquetas, de forma legível, o valor à vista do produto, e caso este esteja parcelado, o valor de cada parcela, a taxa de juros e o valor total do financiamento. De acordo com o Procon, a lei garante ao consumidor que este possa dimensionar o valor total do débito que assumirá. 

O comércio de carros também é alvo da fiscalização do Procon. Assim como as lojas, as concessionárias devem indicar em cada automóvel, uma vez exposto ao público, o seu preço à vista ou parcelado. 
A fiscalização iniciada nesta terça-feira foi precedida de ações de orientação para o consumo realizadas pelo Procon nos meses de maio e junho com lojistas e fornecedores da Capital. 


Reclamações - O Procon Porto Alegre acolhe as queixas da população via atendimento eletrônico utilizando o sitewww.proconpoa.rs.gov.br ou acessando gratuitamente o Procon App no aparelho celular, disponível para sistema Android e IOS. A sede do Procon Porto Alegre fica na rua dos Andradas 686, e funciona das 10h às 16h, quando são distribuídas 70 fichas de atendimento por dia.
Fonte: Prefeitura Municipal de Porto Alegre