“As Redes Sociais, as compras coletivas, os conteúdos específicos para players, as versões customizadas para navegadores, as aplicações móbiles, a transmídia, a 3D, os links patrocinados, os diferentes sistemas operacionais, os novos aplicativos, as tendências específicas de segmentos de públicos, os hábitos de consumos na web, as diferentes opções de mídia e a publicidade digital, são as novas necessidades para todos os tipos de empresas que vão impactar enormemente o seu negócio”. (Airton Correa Soares Junior – diretor de marketing da CDI – Comunicação Digital Inteligente) Fonte: Jornal do Comércio RS.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Índice de Confiança Empresarial subiu em janeiro

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) subiu 0,9 ponto em janeiro de 2020, para 98,0 pontos, maior nível desde março de 2014. Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,2 ponto, no sétimo aumento consecutivo.
“Após a terceira alta consecutiva, a confiança empresarial atinge o maior nível desde antes da recessão de 2014-2016. Nos últimos meses, o ICE tem sido impulsionado pelo setor da construção e pela melhora das expectativas em relação ao futuro, com destaque para a retomada do otimismo em relação a novas contratações. Apesar da tendência favorável, o nível ainda baixo do índice que mede a percepção sobre a situação presente dos negócios mostra que a economia ainda precisa avançar para chegar a uma situação que possa ser avaliada pelo meio empresarial como sendo de “normalidade””, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV IBRE.
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.
O índice que mede a percepção dos empresários sobre a situação corrente dos negócios (ISA-E) caiu 0,5 ponto, para 93,5 pontos. O Índice de Expectativas (IE-E) subiu 0,7 ponto, para 100,9 pontos, maior nível desde janeiro de 2019 (102,8 pontos).
O ano de 2020 começa com avanço da confiança em todos os setores que compõem o ICE, à exceção de Serviços, em que a confiança ficou praticamente estável (-0,1 pt) em janeiro. A confiança da Indústria retornou ao nível de neutralidade ao subir pela terceira vez consecutiva, desta vez em 1,5 ponto. A confiança do Comércio subiu 1,2 ponto, influenciado pela melhora das expectativas. A confiança da Construção, que vem crescendo desde junho de 2019, atingiu 94,2 pontos, o maior nível desde maio de 2014 (94,6 pontos). Em médias móveis trimestrais, todos os setores mantiveram a tendência ascendente.
Fonte: FGV

Índice Geral de Preços – Mercado em janeiro

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,48% em janeiro, percentual inferior ao apurado em dezembro, quando a taxa foi de 2,09%. Com este resultado, o índice acumula alta de 7,81% em 12 meses. Em janeiro de 2019, o índice havia sido de 0,01% e acumulava alta de 6,74 % em 12 meses.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu para 0,50% em janeiro, após alta de 2,84% em dezembro. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais variou 0,02% em janeiro, contra 3,31% no mês anterior. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 6,78% para -0,44%, no mesmo período. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, variou 0,01% em janeiro, ante 2,45% no mês anterior.
A taxa de variação do grupo Bens Intermediários variou de 0,43% em dezembro para 1,21% em janeiro. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cujo percentual passou de 0,78% para 4,20%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, subiu 0,66% em janeiro, contra 0,36% em dezembro.
O índice do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 5,03% em dezembro para 0,26% em janeiro. Contribuíram para o recuo da taxa do grupo os seguintes itens: bovinos (19,57% para -5,83%), soja (em grão) (2,46% para -1,78%) e café (em grão) (15,57% para -1,64%). Em sentido oposto, destacam-se os itens cana-de-açúcar (-0,63% para 1,62%), laranja (-2,50% para 2,62%) e leite in natura (0,17% para 1,01%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,52% em janeiro, após alta de 0,84% em dezembro. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram recuo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (2,36% para 1,22%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item carnes bovinas, cuja taxa passou de 18,03% para 1,95%.
Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Despesas Diversas (3,13% para 0,29%), Vestuário (0,15% para -0,04%), Comunicação (0,30% para 0,16%) e Transportes (0,91% para 0,82%). As principais influências para a desaceleração dos grupos partiram dos seguintes itens: jogo lotérico (23,33% para 0,00%), roupas (0,27% para -0,23%), mensalidade para internet (0,55% para 0,21%) e tarifa de táxi (6,06% para -2,51%).
Em contrapartida, os grupos Habitação (-0,42% para -0,05%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,26% para 0,38%) e Educação, Leitura e Recreação (0,60% para 0,66%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, os maiores avanços foram observados para os seguintes itens: tarifa de eletricidade residencial (-2,96% para -1,08%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,19% para 0,49%) e cursos formais (0,00% para 2,84%).
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,26% em janeiro, ante 0,14% no mês anterior. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de dezembro para janeiro: Materiais e Equipamentos (-0,04% para 0,47%), Serviços (0,11% para 0,37%) e Mão de Obra (0,26% para 0,09%).
Fonte: FGV