“As Redes Sociais, as compras coletivas, os conteúdos específicos para players, as versões customizadas para navegadores, as aplicações móbiles, a transmídia, a 3D, os links patrocinados, os diferentes sistemas operacionais, os novos aplicativos, as tendências específicas de segmentos de públicos, os hábitos de consumos na web, as diferentes opções de mídia e a publicidade digital, são as novas necessidades para todos os tipos de empresas que vão impactar enormemente o seu negócio”. (Airton Correa Soares Junior – diretor de marketing da CDI – Comunicação Digital Inteligente) Fonte: Jornal do Comércio RS.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Vendas e Compras de Natal

O comércio na capital gaúcha deve movimentar R$ 416 milhões em vendas neste natal, 6,5% para o período, em um aumento real de 0,5%, conforme pesquisa de intenção de compras realizada pelo Sindilojas e CDL Porto Alegre. O baixo crescimento está atribuído ao desempenho macroeconômico do país, apontam os órgãos responsáveis pelo estudo. Foram ouvidos 400 moradores locais entre os dias 16 e 20 de outubro.

Segundo o levantamento, os consumidores pretendem comprar, em média, 4,98 presentes, na principal data  de vendas para o varejo, gastando até R$ 110 por cada item comprado. A pesquisa apontou, ainda, que:

- (0,65%) vai presentear os filhos e enteados.

Presentes preferidos para presentear
- roupas (70,3%),
- brinquedos (43,8%),
- calçados (26,5%),
- bijuterias (11,5%), e
- livros (10,8%)

Produtos que gostaria de ganhar
- roupas (25,5%),
- calçados (17%),
- aparelhos de celular (12,3%),
- livros (9%), e
- eletroeletrônicos (6,3%) – televisores, som, tablet, videogame, computadores e outros.

Forma de pagamento
- (64%) à vista e em dinheiro
- (33,5%) compras a prazo no cartão de crédito.

O 13º salário
- (35,3%) vai pagar as compras,
- (30,8%) economizar, e
- (61,6%) garantir a roupa nova para a entrada de ano.

Quando comprar
- (32,3%) fará compras na semana anterior ao do dia 25 de dezembro,
- (51,5%) comprar em um mês ou duas semanas antes do dia 25,
- (33%) no ultimo sábado antes do natal.

Onde comprar
- (62,3%) em lojas de ruas.

Fonte: Sindilojas e CDL Porto Alegre.   

domingo, 2 de novembro de 2014

Perspectivas para 2014 e 2015 na economia brasileira.

“A elevação da produtividade, ao gerar mais produção, acabará criando mais empregos; e geração de empregos, além de contribuir para o crescimento econômico, diminui os gastos com os programas sociais”, destacou o economista, consultor e professor da Fundação Getulio Vargas, Robson Gonçalves, durante encontro com grupo de empresários e executivos do setor da construção civil, no dia 30 de outubro, no SindusCon-SP. As perspectivas para 2014 e 2015 foram apresentadas pelo economista no evento “Diálogos da Construção”, conduzido pelo presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, e pelo vice-presidente Administrativo e Financeiro, Francisco Vasconcellos.

Para o especialista, no atual cenário de baixo desemprego, inflação e salários em crescimento, o governo precisa assumir um compromisso com uma produtividade desesperadora da economia: ou a eleva ou traz gente de fora. "A primeira medida que o governo deve tomar é deixar claro que a política econômica retornará aos três pilares. Precisa praticar o regime de metas de inflação, entregar o superávit prometido das contas públicas e cuidar das contas externas. Precisa atuar com clareza, reduzir a incerteza, melhorar o ambiente de negócios", afirmou.

Gonçalves disse ter convicção de que o Brasil dispõe de condições de voltar a crescer. Lembrou que a economia brasileira foi a que melhor se recuperou após a crise financeira internacional de 2008/2009. E preconizou simplificação da tributação, mais investimentos na infraestrutura e na logística, desburocratização, reajuste de preços administrados e elevação da taxa de investimento. "Nada contra o gradualismo no ajuste econômico, desde que sejam tomadas as medidas certas", comentou.

Previsões do economista para o setor em:

Final de 2014

- crescimento do PIB de 0,3%;
- inflação de 6,8%;
- taxa Selic acima de 11,25%;
- dívida pública líquida de 33,3% do PIB;
- superávit do balanço de US$ 2,4 bilhões;
- investimento direto externo de US$ 60 bilhões, e
- taxa de câmbio a R$ 2,40.

Final de 2015

- crescimento do PIB de 1%;
- inflação de 6,3%;
- taxa Selic acima de 11,25%;
- dívida pública líquida de 33,8% do PIB;
- superávit do balanço de US$ 9 bilhões;
- investimento direto externo de US$ 57 bilhões, e
- taxa de câmbio a R$ 2,50.


Fonte: SindusCon-SP

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

O perfil de quem busca por imóveis em Florianópolis.

“...pra onde tenha sol é pra lá que eu vou...” o trecho da música da banda mineira Jota Quest pode exatamente identificar a opção do destino e a importância do sol no sentido de proteção e bem-estar às pessoas, quando na hora de adquirir um imóvel. Espaços e quartos ensolarados são determinantes para jovens casais na escolha do desejado lar, conforme estudo realizado pelo setor de economia e estatística do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Florianópolis (Sinduscon-Floripa), durante o 21º Salão do Imóvel e Construfair-SC, que aconteceu de 13 a 17 de agosto, na capital catarinense.

A pesquisa apontou que 38% dos visitantes ao evento preferem residências com os quartos ensolarados, 25% valorizam a importância do isolamento acústico na decisão de compra do imóvel, 12% têm a preferência por apartamentos com sacada, 11% não dispensam a churrasqueira para receber os amigos e 4% optam pelo gás individualizado no condomínio.

Quanto ao perfil dos investidores que procuram imóveis para comprar o estudo destacou que são os homens, casados, na faixa dos 36 aos 40 anos e com filhos. Eles buscam por imóveis com dois ou três quartos, com suíte e dois banheiros, duas vagas de garagem com hobby box e com salão de festas como área de lazer, nos bairros centro de Florianópolis, estreito, itacorubi, kobrassol, ingleses e campeche. Já a forma de pagamento os clientes têm a preferência pelo financiamento direto com a construtora ou o banco.

Há três anos, a pesquisa e desenvolvida com o objetivo de melhorar as estratégias e direcionar as novas edificações conforme as necessidades do público, orientando as ações de marketing e estratégias de vendas, o que tende a gerar uma reação positiva dos empreendimentos desenvolvidos.


Fonte: Sinduscon-Floripa

sábado, 3 de maio de 2014

Dia das Mães deve movimentar o comércio na capital gaúcha.

Bom atendimento, promoções, variedades de produtos 
condições de pagamentos são os fatores determinantes 
para os consumidores na hora de decidir o que e onde comprar.

O comércio de Porto Alegre deve movimentar R$ 79 milhões com a data comemorativa ao Dia das Mães, neste ano. Um crescimento em 8% em comparação ao mesmo período, em 2013, segundo pesquisa realizada pelo Sindilojas Porto Alegre e CDL Porto Alegre. 

A pesquisa apontou que dos 400 entrevistados, 65,8% devem presentear no Dia das Mães; 74% com presentes para as mães; 22,5% as esposas; 11,5% as sogras; 6,8% as irmãs; e 9,4% as tias, avós, madrinhas e madrastas.

Das mães entrevistadas, 57,8% disseram ganhar presentes dos filhos; 38,8% relataram ganhar presentes dos esposos e companheiros; e 16,3%, devem comprar seus próprios presentes.

Presentes mais desejados pelas mães

19,6% itens de perfumarias; 
17,8% calçados; e 
11,7% roupas.

Para os que vão presentear as mães, sogras, irmãs ea vós, cerca de 34,4% devem optar por uma peça de roupa. As esposas devem ganhar calçados e as Tias, madrinhas e madrastas, um perfume será o presente no Dia das Mães. 

Número de presentes pelos entrevistados

62,4% devem dar um presente apenas;
28,3%, até dois presentes; e 
9,3% darão até três ou mais itens.

O investimento médio nos presentes deve ficar em R$ 153,42, onde 25,6% pretendem gastar entre R$ 100,00 e R$ 150,00.

Forma de pagamento

64,8% devem optar pelo pagamento à vista e em dinheiro; 
16,3% pagamento à vista e no cartão de crédito; 
12,5% a prazo e no cartão de crédito; 
5,8% débito à vista; e
2,3% cartões das lojas, crediário e cheques

Quando e onde comprar

63% preferem comprar os presentes na semana anterior e na véspera do Dia das Mães;
2,5% vão comprar o presente no domingo; 
34,8% preferem comprar os presentes duas semanas antes da data;  
55,8% preferem fazer as compras em lojas de calçadas; 
43,5% preferem lojas nos shoppings; e 
1,8% optam em realizar as compras para o Dia das Mães via internet.

Motivações para as compras

Segundo os entrevistados, as motivações para as compras dos presentes vêm pela proximidade da data, a propaganda nos meios de comunicação e as decorações nas lojas. 34,% optam em perguntar para as mães sobre o que gostariam de ganhar de presente na data.

A pesquisa de intenção de compras para o Dia das Mães, realizada pelo Instituto Methodus, ouviu 400 moradores, de ambos os sexos de diferentes classes sociais, entre os dias 22 e 25 de março, em Porto Alegre.  
Fonte: Sindilojas Porto Alegre. 

E-Varejo deve faturar R$ 1,16 bilhão no Dia das Mães.

As vendas do e-commerce verde-amarelo devem movimentar R$ 1, 16 bilhão no Dia das Mães, representando um crescimento de 15% em relação ao mesmo período de 2013, quando os ganhos chegaram a R$ 1,o55 bilhões, segundo dados divulgados pela E-bit, no dia 28 de abril. “Modas & Acessórios” devem liderar as venda, seguidas pelos “eletrodomésticos”, “Cosméticos & Perfumarias”, “Telefonia/Celulares e Informática”.

O cenário econômico deve influenciar na decisão de compra dos consumidores, segundo do diretor executivo da E-bit, Pedro Guasti. “As pessoas estão bastante cautelosas, evitando adquirir produtos mais caros  Isto acontece porque existe o receio ao aumento da taxa de desemprego, alem da expectativa de baixo crescimento da economia”,  aponta ele.   

A mudança no comportamento dos consumidores, que passaram a adquirir itens mais caros pela internet, deve colaborar para manter o tíquete médio das compras online em baixa. Além disto, o Dia do Consumidor Brasil, liquidação do comércio eletrônico, coordenada pelo Buscapé Company, em 19 de março, último, também deve influenciar no resultado do Dia das Mães. “Muitas pessoas aproveitaram os descontos para antecipar suas compras, especialmente de mercadorias mais caras, como televisores”, destaca Pedro Guasti.

Fonte: E-Commerce News 

terça-feira, 29 de abril de 2014

Mídias Sociais e o comportamento do internauta brasileiro.

Com 46,3 milhões de usuários o Brasil é o sétimo maior mercado de internet do mundo, com alta de 50% em conexão móvel entre agosto e setembro de 2011, segundo estudo “2012   Digital Future in Focus”, da comScore. Atualmente, mais de 85% dos internautas participam de alguma rede social, no País.

O Brasil cresceu 44% no número de acesso a blogs em 2011, com uma média de visitante de 95%, ficando à frente da Correia do Sul e da Turquia. Atualmente, há 152 milhões de blogs na internet, segundo a Blog Pulse.

Já o Facebook se consolidou pelo maior número de usuários no paíis, com mais de 43 milhões de internautas. 700 bilhões de minutos por mês é o tempo que as pessoas passam no Facebook, no mundo todo.

Quanto ao acesso ao YouTube, o Brasil é o segundo em usuários no mundo. Em 2011, os brasileiros assistiram a 4,7 bilhões de vídeos online, uma navegação que ficou em 27,2 horas por pessoa, em média.

O Twitter registrou, em 2010, mais de 100 milhões de novas contas. 90 milhões é o número de twwets por dia, onde 25% deste contêm links.

Hoje, desenvolver estratégias para captação de novos clientes e divulgar marcas e produtos nas redes sociais é mais que uma obrigação para todo empreendedor.
Fonte: comScore e Jornal do Comércio RS.

A classe C brasileira representará até 41% das famílias até 2020.

A capacidade de consumo da classe C deverá atingir 28,7 milhões de famílias no Brasil, até 2020, segundo o Plano CDE, consultoria especializada no universo das classes C, D e E. A classe passou de 28% em 2002 para 32% em 2008. O estudo apontou ainda que a classe B também deverá consumir mais até o período estimado.

Até 2020, as famílias pertencentes a classe B passarão de 6,4 milhões para 9,1 milhões, representando cerca de 13% do total. De 2002 a 2008 foi registrado um crescimento da massa e na distribuição de renda das famílias pertencentes a esta classe em 1%. As classes B e C juntas são responsáveis por mais de R$ 270 bilhões do poder de compra.

A classe D representará em torno de 15,3 milhões de famílias brasileiras; enquanto a classe E, 11,7 milhões do total, representando 39% das famílias. Já a classe A deverá passar de 3,2 milhões em 2008 para 4,5 milhões até 2020, representando 7% das famílias. Foram ouvidas 1,6 mil pessoas das classes A, B, C, D e E, de São Paulo e Recife. 
Fonte: Plano CDE consultoria e Jornal do Comércio RS.

domingo, 27 de abril de 2014

Porto Alegre registrou aceleração no índice da construção.

Índice Nacional do Custo da Construção – M (INCC-M) registrou variação de 0,67% em abril, ante ao apontado em março, que ficara em 0,22%. No acumulado do ano o índice de variação foi de 2,04% e, nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 7,75%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBE-FGV) e são calculados com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O estudo também registrou o índice de 0,93% para Materiais, Equipamentos e Serviços, no mesmo período, ante ao mês de março, onde a taxa foi de 0,45%. Quanto à Mão de Obra o índice registrou variação de 0,42%. No mês anterior, 0,01% foi a taxa de variação.

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços os índices foram os seguintes:

Materiais e Equipamentos – variação de 0,95% em abril (0,49% em março)
Materiais para Estruturas – variação de 1,09% em abril (0,36% em março)
Serviços – variação de 0,84% em abril (0,29% em março)
Mão de Obra – variação de 0,42% em abril (0,01% em março)

Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo apresentaram aceleração na taxa de variação.

Salvador e Recife apresentaram desaceleração na taxa de variação.

Fonte: FGV

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Índice de Confiança da Construção no primeiro trimestre de 2014.

O Índice de Confiança da Construção (ICST) apontou uma pequena queda neste primeiro trimestre do ano, com uma variação de -3,3%, em relação ao mesmo período de 2013. Em março, o índice ficou em -5,6%, fevereiro registrou -1,3%, e janeiro -3,9%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBE/FGV). Mesmo negativos os índices apontam uma pequena melhora na confiança do setor para os próximos meses.

A taxa de variação interanual trimestral do Índice de Expectativas (IE-CST) passou de -3,5%, em fevereiro, para -4,8%, em março – maior variação nesta base de comparação desde março de 2013 (-6,3%). Na comparação interanual mensal, o IE-CST registrou queda ainda mais acentuada, ao passar de -2,0%, em fevereiro, para -8,7%, em março. 

Já a percepção sobre o estado atual dos negócios pouco se alterou e o Índice de Situação Atual (ISA-CST) chegou a apresentar melhora em termos trimestrais, ao variar -1,5%, em março, depois de registrar -2,7%, no trimestre findo em fevereiro. Em bases mensais, no entanto, o indicador piorou, ao sair de -0,4%, em fevereiro, para -1,8%, em março. 

A queda relativa do ICST foi concentrada em três segmentos:

Obras Viárias - variação interanual trimestral passou de -0,9%, em fevereiro, para -4,6%, em março;

Edificações - com taxas de -2,3% e -3,6%; e


Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição - variação de -1,5% para -2,7% respectivamente, nos mesmos períodos.

A evolução recente da atividade influenciou uma melhora relativa do ISA-CST. A variação interanual do Indicador Trimestral¹ deste item passou de -5,4%, em fevereiro, para -2,3%, em março. Das 641 empresas consultadas, 19,1% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre findo em março de 2014, o mesmo percentual apurado no mesmo período do ano anterior; já 21,3% das empresas reportaram que a atividade diminuiu (contra 19,0%, em março de 2013).

O quesito que mede as expectativas com a demanda prevista nos meses seguintes foi o que exerceu maior influência negativa sobre o IE-CST. A variação interanual trimestral deste quesito passou de -2,0%, em fevereiro, para -4,5%, em março. A proporção de empresas prevendo aumento na demanda no trimestre findo em março de 2014 é de 31,4%, contra 33,2% há um ano, enquanto a parcela das que estão prevendo piora foi de 9,0%, contra 5,0%, em março do ano anterior. Fonte: FGV

quinta-feira, 10 de abril de 2014

FGV divulga índices do mês de março.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 1,67%, em março, com variação de 2,55% no acumulado dos três primeiros meses, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBE/FGV). O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. Em fevereiro, o índice variou 0,38%. Em março de 2013, a variação foi de 0,21%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou variação de 0,22%, no mesmo período, ante ao 0,44% apontado em fevereiro. Quanto ao índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços a variação foi de 0,45%, ante ao registrado no mês anterior, onde a taxa atingiu 0,68%. O custo da Mão de Obra registrou variação de 0,01%. No mês anterior, este índice registrou taxa de 0,22%.


O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 2,20%. No mês anterior, a taxa foi de 0,27%. O índice relativo aos Bens Finais variou 2,23%, em março. Em fevereiro, este grupo de produtos mostrou variação de 0,28%. Contribuiu para a aceleração o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 0,60% para 17,48%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,59%. Em fevereiro, a taxa foi de 0,20%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,82%, em março, ante 0,70%, em fevereiro. A principal contribuição para este acréscimo partiu do grupo Alimentação (0,49% para 1,55%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item hortaliças e legumes (-1,24% para 19,44%). Fonte: FGV

terça-feira, 8 de abril de 2014

Porto Alegre registra queda no preço de imóveis, aponta FipeZap.

O índice da Federação Instituto de Pesquisas Econômicas (FipeZap), de preços de imóveis, que mede o valor do metro quadrado em 16 capitais brasileiras, apontou que Porto Alegre e Brasília apresentaram queda em (1,07%) e (0,07%), respectivamente, em março último. O estudo destacou uma variação de 0,64% no índice geral, para o período, em relação ao mês de fevereiro. Nas 16 cidades avaliadas a média de preços ficou em R$ 7.414.  

Conforme a pesquisa o índice de preços de imóveis subiram mais em Vila Velha (1,75%), Fortaleza (1,41%) e Rio de Janeiro (1,03%), consolidando março como o segundo mês consecutivo onde a alta foi menor que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que apontou 0,85%. Em 2014, os preços dos imóveis acumulam um crescimento de 1,99%. Os dados foram divulgados na última quinta-feira (3) pela Fipe, portal ZAP Imóveis.
Fonte: FipeZap
Fonte: FipeZap