“As Redes Sociais, as compras coletivas, os conteúdos específicos para players, as versões customizadas para navegadores, as aplicações móbiles, a transmídia, a 3D, os links patrocinados, os diferentes sistemas operacionais, os novos aplicativos, as tendências específicas de segmentos de públicos, os hábitos de consumos na web, as diferentes opções de mídia e a publicidade digital, são as novas necessidades para todos os tipos de empresas que vão impactar enormemente o seu negócio”. (Airton Correa Soares Junior – diretor de marketing da CDI – Comunicação Digital Inteligente) Fonte: Jornal do Comércio RS.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

52ª Convenção Regional de Supermercados.

Com a temporada de veraneio se aproximando, o varejo do Litoral Norte do Rio Grande do Sul teve a oportunidade de se preparar para o aumento na demanda da região com a 52ª Convenção Regional de Supermercados, organizada pela Associação Gaúcha de Supermercados. Finalizada nesta quinta-feira (25), a feira, iniciada quarta (24) com a participação de Pedro Ernesto Dernardin na abertura oficial, contou com 113 expositores da indústria de produtos e serviços de diferentes segmentos. Assim, o evento que recebeu 2,7 mil visitantes movimentou a maior quantia já registrada desde o seu surgimento: R$ 15,6 milhões em negócios.   

Pelo 16º ano consecutivo ocorrendo na região praiana do Estado, o evento garantiu, outra vez, a renovação dos estoques do comércio local com as melhores empresas, com oportunidades únicas de negócios e com formas de pagamento exclusivas. Dessa maneira, o varejo do Litoral Norte gaúcho pôde se qualificar para o crescimento no movimento que ocorrerá durante o verão. “A Convenção Regional é considerada por empresários daqui como uma abertura extraoficial da temporada de veraneio para o varejo. Mesmo que o crescimento do movimento durante o ano venha ocorrendo, ainda é entre os meses de dezembro e março que os comerciantes lidam com a maior demanda”, destaca o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo. 

Fonte: Agas

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Em entrevista para a Agência CNI de Notícias especialista destaca a importância das redes sociais no mercado empresarial. ENTREVISTA: Está cada vez mais difícil para qualquer empresa sobreviver ignorando as redes sociais, diz Martha Gabriel

A escritora e consultora na área de marketing digital, inovação e educação comenta as mudanças na rotina das empresas com o empoderamento dos consumidores e dá dicas para as empresas se adaptarem












A disseminação do uso das redes sociais entre a população faz com que se torne cada vez mais difícil para uma empresa sobreviver ignorando esse tipo de relação virtual. Mesmo as pequenas empresas têm que estar nas redes sociais e investir tempo nessa atuação, orienta a especialista em marketing digital Martha Gabriel, autora do best seller “Marketing na Era Digital” e finalista do Prêmio Jabuti 2014 com o livro “Educ@r: a (r)evolução digital na educação”. 

Nesta entrevista exclusiva para a Agência CNI de Notícias , Martha avalia o empoderamento do consumidor advindo com as redes sociais e dá uma série de dicas para os empresários se adaptarem. "Existem três pilares fundamentais para que qualquer empresa (pequena ou grande) consiga ter sucesso em marketing: conhecer os seus públicos; fazer planejamento de marketing; implementar as ações planejadas". Confira abaixo as dicas da consultora.
AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS É possível que uma empresa sobreviva hoje ignorando as redes sociais? 
MARTHA GABRIEL - Partindo do princípio que, para ter sucesso, o marketing deve criar estratégias nas plataformas que seu público-alvo utiliza, torna-se cada vez mais difícil para qualquer empresa sobreviver ignorando as redes sociais, pois elas são cada vez mais usadas por todos os tipos de públicos. No entanto, é importante lembrar que hoje existem inúmeros tipos de redes sociais distintas, e que as organizações não precisam (e nem devem) atuar em todas, mas escolher para as suas ações estratégicas as plataformas em que o seu público está, para otimizar, assim, os resultados. 
AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - O relacionamento das marcas com seus públicos de forma geral mudou com a consolidação das redes sociais. Como podemos explicar melhor o que se alterou? 
MARTHA GABRIEL - Acredito que as duas principais transformações que as mídias sociais trouxeram para o marketing são: deram poder ao público, permitindo que virtualmente qualquer pessoa tenha voz e influência; estabeleceram um canal de diálogo (mão dupla) na comunicação marca-público. Essas mudanças afetam totalmente a dinâmica do marketing em termos de fluxos de comunicação e influência, mudando as regras do jogo e, exigindo, assim, novas estratégias baseadas em novos comportamentos para as marcas/organizações. Somando-se a isso, enquanto a televisão transformou as pessoas em consumidores de produtos e informações no século XX, o smartphone os transformou em compartilhadores de tudo – o público passou de contemplador para experimentador. Nesse novo contexto que se estabelece, a comunicação de marketing tornou-se muito mais complexa, bidirecional e transparente, requerendo estratégias que entreguem experiência e propósito para conseguir engajar esse público experimentador, conectado e influente. 

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - Quais as vantagens e desvantagens para as empresas do empoderamento do cliente, que passou a ter mais voz com as redes sociais? 


MARTHA GABRIEL - Acredito que as vantagens principais para as organizações do “empoderamento das pessoas” são a obtenção de informações do público, em tempo real, para entender melhor as suas necessidades, desejos e comportamentos, para poder desenvolver e administrar as ações de marketing (criar/definir/ajustar/eliminar produtos e serviços, melhores canais e formas de se comunicar, etc.). Outro ponto é ter um canal de mão dupla para se comunicar com o seu público. Como desvantagem, acredito que estão o aumento da vulnerabilidade em função da transparência que as redes sociais proporcionam, a necessidade de educação digital técnica e atualização constante das equipes de marketing e relacionamento, pois as plataformas digitais se modificam continuamente.
AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - Que dicas você dá para o empresário lidar com esse empoderamento do consumidor? 
MARTHA GABRIEL - Para conseguir bons resultados de relacionamento nesse contexto, acredito que a principal dica é conhecer bem o seu público, usando as possibilidades que as plataformas digitais oferecem de “escutar” antes de exercitar o poder de “falar”. Quando estamos realmente ouvindo o outro, entendendo e nos interessando por ele, a probabilidade de agir de forma adequada aumenta consideravelmente. O problema é que, muitas vezes, as organizações falam de forma automatizada sem realmente prestar atenção ao público e isso tende a gerar frustração e crise na comunicação. Assim, para sermos interessantes em qualquer relação, precisamos estar, genuinamente, interessados. 

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - Há um passo a passo que empresários de pequenas empresas possam seguir, caso não tenham orçamento para investir em cursos e treinamentos? 


MARTHA GABRIEL - Existem três pilares fundamentais para que qualquer empresa (pequena ou grande) consiga ter sucesso em marketing: 1) conhecer os seus públicos; 2) fazer planejamento de marketing; 3) implementar as ações planejadas. Com o aumento da complexidade que o ambiente digital trouxe para o marketing, essas três dimensões ficaram mais acessíveis e, ao mesmo tempo, mais difíceis. Por exemplo, qualquer pessoa hoje consegue fazer pesquisa de mercado com o auxílio das plataformas digitais. No passado, apenas grandes empresas tinham recursos para isso. No entanto, saber fazer as perguntas corretas para o público adequado requer conhecimento ainda maior do que no passado. O mesmo acontece com a utilização das mídias – antes, a dificuldade era maior para produção e acesso às mídias mais sofisticadas; hoje, produzir vídeos e publicá-los, por exemplo, é muito mais simples, mas conhecer as linguagens das diversas mídias e orquestrá-las de forma produtiva é uma atividade mais difícil e complexa. Dessa forma, independentemente do porte da empresa, ela precisa se capacitar para utilizar as plataformas digitais e, como essas plataformas mudam constantemente, é necessário se atualizar continuamente. No caso da pequena empresa, isso é ainda mais essencial, pois quanto menos recursos se têm, maior a necessidade de eficiência no seu gasto. 

Hoje, o próprio ambiente digital oferece uma variedade enorme de possibilidades de capacitação, que vão desde cursos e eventos gratuitos até certificações específicas internacionais, que requerem investimento financeiro – existem soluções acessíveis e disponíveis para todo tipo de perfil. Assim, é possível para qualquer empresa, de qualquer porte, se habilitar para usar e desenvolver estratégias no ambiente digital. A questão de recursos, portanto, não é de custo para capacitar, mas de tempo. O importante é lembrar que para que uma organização se capacite, ela precisa de pessoas capacitadas, e isso não acontece automaticamente. É preciso incentivar e estruturar um programa de qualificação e atualização para os colaboradores. 

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - Como as empresas devem adaptar sua realidade para investirem no marketing digital? 


MARTHA GABRIEL - Eu não gosto do termo “marketing digital” porque ele exclui as plataformas e estratégias que não sejam digitais, e isso pode trazer problemas de resultados, pois as pessoas não usam apenas o digital, mas todo tipo de plataforma. O foco do marketing deve ser o seu público e não plataformas ou tecnologias – o que determina as ações a serem utilizadas nas estratégias é o comportamento do público. Assim, prefiro o termo Marketing na Era Digital, que se refere ao marketing que utiliza todos os tipos de plataformas, tanto as tradicionais quanto as digitais. Ele soma, não exclui. 

AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - Mais do que marketing digital, muitas empresas fecham negócios nas próprias redes sociais. A tendência é que no futuro as lojas físicas sejam extintas? 


MARTHA GABRIEL - Por mais que o digital faça parte da vida humana, enquanto nossos corpos existirem na dimensão física, as experiências presenciais sempre terão importância. Nesse sentido, as lojas físicas continuarão a existir para suprir essa dimensão, no entanto, se tornarão cada vez mais PDE (pontos de experiência) e menos PDV (ponto de venda). Da mesma forma que, conforme a tecnologia se dissemina em nossas vidas, estamos nos tornando seres híbridos do nosso corpo físico biológico e o mundo digital (cibridismo), o mesmo acontece com o varejo –- as lojas físicas e as digitais tendem a coexistir se complementando, criando um “varejo cíbrido”. Isso significa que cada qual (online e offline) deve contribuir com o que oferece de melhor para o processo de compra. Por exemplo, enquanto o online tem conveniência, velocidade e preço, o offline tem experimentação, degustação e imediatismo. Por isso, temos visto empresas que nasceram no digital, como a Amazon e Dafiti, abrirem lojas físicas de experimentação, ao mesmo tempo em que o varejo tradicional físico tem aberto lojas online. O futuro do varejo é a otimização da integração do ON e OFF para se tornarem ONE para o público, ou seja, OMNI-era para a comunicação, delivery e payment. O consumidor não quer saber se o processo é online ou offline, ele apenas quer a melhor experiência, que satisfaça as suas necessidades e desejos, em cada momento ou situação do processo de compra. 

SAIBA MAIS - Autora de cinco livros, Martha Gabriel também é apresentadora da websérie “Caminhos da Inovação” e do “Mundo Digital” da Rádio Jovem Pan. Faz parte do ranking dos 50 profissionais mais inovadores do mundo digital brasileiro pela ProXXIma e está entre os Top 50 Marketing Bloggers mais influentes do mundo pelo KRED. Executiva e consultora nas áreas de marketing, business, inovação e educação, é engenheira, pós-graduada em Marketing e Design, mestre e PhD em artes, e Educação Executiva no MIT. É, ainda, professora de pós graduação na PUC-SP, no TIDD (Tecnologias da Inteligência), de MBAs, e faculty internacional da CrossKnowledge. 
Por Mariana Flores 
Foto: Divulgação 
Entrevista veiculada com autorização do jornalista Aerton Luiz Cipriano Guimaraes Junior, editor da Agência CNI de Notícias.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

6º Seminário de Inovação e Tecnologia da Construção

Imagem Divulgação do 5º Seminário.


O Sindicato da Indústria da Construção Civil de Novo Hamburgol (SindusconNH) realiza o 6º Seminário de Inovação e Tecnologia da Construção, hoje, 1º de agosto, das 14h às 18h30, durante o 21ª Construsul, realizada na Federação da Indústria do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre. A entidade mantém parceria com o Banco de Alimentos e solicita que os participantes contribuam com 1kg de alimento não perecível, que pode ser adquirido no local.


Mais informações e inscrições no site:  http://seminario.sinduscon-nh.org.br/
É necessário que o interessado esteja credenciado na Feira da Construsul, o que pode ser feito com antecedência pelo site da Construsul:  http://www.feiraconstrusul.com.br/
Fonte: Sinduscon

terça-feira, 31 de julho de 2018

21ª Construsul

Porto Alegre tem o retorno do maior evento internacional do setor da construção civil, do sul do País, a Construsul.  A partir desta quarta-feira, 1º, até 4 de agosto, empresários e profissionais de todos os segmentos do setor terão a oportunidade vender, comprar e empreender seus negócios, assim como conhecer novas tecnologias e tendências do mercado. A feira acontecerá no Centro de Eventos da Fiergs, na capital gaúcha, onde serão apresentandos o que há de moderno em termos de produtos e serviços congregando toda cadeia produtiva, passando pela construção, acabamentos e infraestrutura.
Serão mais de 300 empresas expositoras que englobam segmentos como: argamassas, aditivos, selantes, impermeabilizantes; iluminação e elétrica; fechaduras, ferragens, cadeados; churrasqueiras e lareiras; revestimentos, tintas, vernizes e acessórios; portas, janelas e complementos; produtos para cozinhas e banheiros; sistemas construtivos; ferramentas manuais e elétricas; máquinas e equipamentos para construção.
Promovida pela Sul Eventos Feiras Profissionais, a Construsul recebe visitantes qualificados entre lojistas, construtoras, incorporadoras, empreiteiras, técnicos e trabalhadores da construção civil, engenheiros, arquitetos, decoradores, indústrias, representantes, empresas de importação e exportação, entidades, órgãos de governo, estudantes e outros.
A Feira funciona das 14h às 21h de quarta a sexta-feira e no sábado das 11h às 18h. O credenciamento antecipado e outras informações podem ser acessados no botão abaixo.
Fonte: Construsul.

terça-feira, 24 de julho de 2018

As redes sociais são as vitrines das lojas

Rafael Ferreira

Hoje as mídias digitais são
uma realidade consolidada. 
O lojista precisa estar conectado
 para comunicar-se com seus 
públicos de maneira adequada.



As redes sociais, denominação genérica dos chamados de relacionamento na rede mundial de computadores que atendem pela sigla, em inglês, fazem parte da estratégia de empresas modernas. Entretanto,  podem ir além da comunicação e relacionamento com empresas e a imprensa, no caso das lojas de tintas, incluindo outras lojas, clientes e profissionais como decoradores e pintores conectados.

Originalmente construídas para relacionar pessoas e conteúdos, as revendas também podem se beneficiar das redes sociais como ferramenta para relacionar-se com seus diversos públicos. Podem ampliar este universo para alcançar a própria indústria de tintas e portais de notícias do setor da construção além, claro, dos clientes e profissionais que são parceiros fundamentais. Podem levar conteúdos como notícias setoriais, orientações técnicas dos fabricantes de tintas e vernizes, entre tantos outros serviços informativos de qualidade. Acima de tudo, o lojista deve entender que as redes são uma vitrine e uma extensão de suas empresas.

Confusões frequentes como, por exemplo, misturar no perfil corporativo assuntos pessoais de donos e gerentes devem ser evitadas a todo custo.  Além disso, não é recomendado compartilhar  manifestações políticas, partidárias, religiosas e até de torcidas – exceção para as seleções nacionais. São assuntos tóxicos para os negócios. Trazem benefícios temas como arquitetura, decoração e manutenção de superfícies, por exemplo. O perfil da loja deve expressar somente opiniões e conteúdos institucionais e comerciais relacionados ao negócio. Aquilo que o lojista escreve no perfil corporativo ganha vida própria nas redes sociais e atinge o mercado.  A inserção de perfis das lojas nas redes é fundamental, mas também deve ser feita com cautela e inteligência empresarial.

Quem imaginaria há seis ou sete anos que um dia o iria acabar? Pois acabou e o substituiu. Apesar de ainda contar com poucos usuários, vale a pena conhecê-lo. As redes sociais são muito dinâmicas a passam por mudanças constantes. É preciso estar dentro para acompanhar e tirar bom proveito de todo esse movimento. Atualmente o maior canal de relacionamento é, sem dúvida, é um excelente espaço para exibição de vídeos que permitem explorar, por exemplo, o passo-a-passo das aplicações de produtos. Neste ponto, os vídeos das indústrias podem ajudar bastante, sempre que indexados aos das lojas. O Instagram tem maior destaque para imagens de fotos, o que abre espaço para projetos de profissionais de construção, pintura e decoração, além da própria loja.

Nunca é demais lembrar que o cuidado gramatical é básico e indispensável, pois é fator de credibilidade da informação veiculada. Também é importante ter claro que quantidade de amigos e seguidores do perfil da empresa não ajuda muito, a qualidade é muito mais importante. Dará melhor retorno investir no envolvimento da empresa com o setor e com os formadores de opinião.

Rafael Ferreira – Gerente de Marketing e Comunicação da Montana Química S.A.

Sinduscon RS divulga o CUB/m² de junho.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de junho de 2018, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em junho foram:

Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x 19cm x 30cm (6,11%),
Fio de cobre anti-chama, isolamento 750v, 2,5 m2 (5,69%),
Esquadria de correr temanho 2,00m x 1,40m, em alumínio (4,52%), 
Cimento CP-32 II (3,64%),
Emulsão asfáltica impermeabilizante (2,51%), e
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2″ (2,51%)

O material de construção que apresentou redução de preço em junho último:

Aço CA-50 Ø 10mm (-2,01%),
Tijolo 19cm x 19cm x19cm (-1,61%)
Disjuntor tripolar 70 A (-1,17%),

Bacia sanitária branca com caixa acoplada (-1,11%)
Telha fibrocimento ondulada 6mm (-0,69%), e
Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm, PB II (-0,09%). 

Fonte: SindusconRS

sábado, 21 de julho de 2018

Sindilojas Porto Alegre ajuda lojistas a escolher o local certo para abrir o seu negócio

O Sindilojas Porto Alegre oferece uma ferramenta para auxiliar os lojistas na tomada de decisões estratégicas para o seu negócio e para novos empreendimentos. O Mapa do Varejo é um banco de informações segmentadas sobre os principais bairros de Porto Alegre, com dados sobre população, renda, potencial de consumo por segmento, custo de locação por metro quadrado e números de comércios na região. Recentemente a Decathlon, uma das maiores redes varejistas e produtoras de artigos esportivos do mundo, inaugurou duas lojas em Porto Alegre, e contratou junto ao Sindilojas Porto Alegre o Mapa do Varejo, buscando conhecer o perfil da região onde estava abrindo os empreendimentos.
“O Mapa do Varejo é uma excelente ferramenta para a construção de uma política comercial da loja. As informações fornecidas por esse mapa são essenciais para nosso trabalho, tais como densidade populacional, renda, idade da população e dados bem focados na região que a loja está inserida, mapeando os bairros principais para a loja. Todas essas informações nos ajudaram na construção de um projeto comercial viável, favorecendo a loja e os clientes de Porto Alegre, que terão um mix de produtos adequado ao perfil de compra e às modalidades esportivas mais praticadas”, explica Kaio Andrade, diretor da unidade Decathlon no Shopping Praia de Belas.
Este instrumento de pesquisa poderá ser consultado por associados na sede da Entidade, com agendamento prévio. Associados efetivos ao Sindilojas Porto Alegre têm direito a uma consulta grátis por semestre e associados colaboradores também podem utilizar o Mapa do Varejo com baixos custos. Mais informações pelo (51) 3025-8300.
Fonte: SindilojasPoA

domingo, 10 de junho de 2018

Setor Pet faturou cerca de R$ 19 bilhões em 2016.

O comércio de animais de estimação no Brasil movimentou R$ 18,9 bilhões, em 2016, um crescimento de 4,9%, com relação ao ano anterior, que foi de R$ 18 bilhões, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Mesmo com o crescimento do setor, as projeções da entidade, até setembro de 2016, calculavam um crescimento de 5,7%. A inflação e a crise econômica no país foram responsáveis por uma queda estimada em mais de R$ 150 milhões no faturamento, conforme a Abinpet.

Segmento no comércio da indústria para animais de estimação

Pet Food  faturamento de 67,3%;  
Serviços (banho e tosa) 16,8%;
Pet Care (equipamentos, acessórios e produtos de beleza) 8,1%; e
Pet Vet (produtos veterinários) 7,8%,  em faturamento.

De acordo com a entidade, o faturamento de Pet Food aumentou 4,9% entre 2015 e 2016. Já Pet Care subiu 5,5% entre esses dois anos, e Pet Vet (produtos veterinários), 6,7%.

“Houve crescimento orgânico no setor, porque os preços tiveram de subir por conta da inflação, ou seja, os números não refletem o desenvolvimento do mercado”, explica o presidente executivo da Abinpet, José Edson Galvão de França. “Além disso, enfrentamos uma alta carga tributária, que aumenta em 51% o preço final dos nossos produtos”. O executivo explica que a denominação de “produto supérfluo” para ração animal, estipulada pelo governo federal, vai contra a noção atual de como se trata os animais dentro de casa. “O animal de estimação é considerado membro das famílias, e seu bem-estar garante a saúde de todos”.

Para a indústria nacional, entre as atividades mais afetadas estão as exportações (pet food, pet care, pet vet e animais vivos).  Em 2015, foram exportados US$ FOB 351,4 milhões (queda estimada de 14% em relação ao ano anterior). Em 2016, as exportações somaram US$ FOB 236,3 milhões, 33% a menos quando comparado com 2015, o menor valor de exportação dos últimos 6 anos. Já as importações de pet food para cães e gatos têm quadro mais estável entre os dois últimos anos. Em 2016, o país importou 1,6% a mais do que em 2015, passando de US$ FOB 6,6 milhões para US$ FOB 6,7.

Apesar da instabilidade econômica atual, o Brasil ainda é um dos principais países do mercado pet mundial. Segundo a Euromonitor International, o país está em terceiro lugar e representa 5,14% de um total de US$ 105,3 bilhões de faturamento em 2016. Os Estados Unidos lideram a lista, com 42,2% do faturamento total, seguidos por Reino Unido (5,8%), Brasil, Alemanha (5,09%), Japão (4,9%), França (4,7%), Itália (3,2%), Austrália (2,6%), Canadá (2,43%) e Rússia (2,36%).

No Brasil, há mais de 132 milhões de animais estimação, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Calcula-se que os lares brasileiros possuam mais de 52 milhões de cães, 38 milhões de aves, 22 milhões de felinos e 18 milhões de peixes.
Fonte: Abinpet

domingo, 3 de junho de 2018

Dia dos Namorados deve movimentar R$ 80 milhões no comércio de Porto Alegre

Imagem divulgação/Sindilojas PoA. 
O comércio com os presentes para o Dia dos Namorados deve movimentar R$ 80 milhões no mercado da Capital, segundo pesquisa do Sindilojas Porto Alegre. Uma variação real de 8,74% em relação a 2017, quando as compras movimentaram R$ 73,5 milhões. O ticket médio será de R$ 193, uma variação real de 1,1% quando comparado ao ano passado. A pesquisa foi realizada com consumidores acima de 18 anos, das classes A, B, C, D e E.
As roupas lideram a intenção de compras. 25% dos entrevistados vão escolher estes itens na hora da compra. Itens de perfumaria, cosméticos e maquiagem aparecem com 19,5%, seguidos por flores (10,5%) e calçados (9,8%). Um dado interessante é de que 6,3% irão presentear seu(sua) parceiro(a) com um jantar.
A forma de pagamento escolhida por 43% dos entrevistados é “à vista, em dinheiro”. 23,3% irão comprar com cartão de débito, 21,3%, com cartão de crédito parcelado, 8,3% em uma vez no cartão de crédito e 6,5% irão optar por fazer compras no crediário.
A pesquisa também mostra que os namorados irão comprar os presentes muito próximo à data. 30% deles irão às compras no próprio Dia dos Namorados, 21,3% comprarão na véspera e 30,3% na semana. Apenas 21,9% dos consumidores comprarão com mais de uma semana de antecedência à data. As lojas de rua também seguem na preferência dos consumidores, com 49% das escolhas. O comércio de shopping, por sua vez, é preferido por 39,3% dos namorados e a internet aparece com 5,5% da intenção de consumo.
Fonte: Sindilojas. 

Infoagas 2018 com as inscrições abertas.

Gustavo Schifino - palestrante
Com uma feira de negócios com 28 expositores e um ciclo de palestras com soluções em hardware, software, equipamentos, startups e tecnologia para supermercados e outros setores do comércio, a Infoagas 2018 está com as inscrições abertas para a edição deste ano. O encontro vai possibilitar a aproximação de produtos, equipamentos e serviços de inteligência voltados ao varejo, assim como disponibilizar debates em soluções que garantam produtividade, eficiência e redução de desperdícios nas empresas. O evento será realizado no dia 4 de julho, no Salão de Convenções da Fiergs, na Avenida Assis Brasil, 8787 – Bairro Sarandi, em Porto Alegre. 

Painelistas


Às 9h15Gustavo Schifino vai tratar das Novas tendências da NRF
Às 10h15 - Gilberto Dutra explanará sobre Controle de Estoque – Mobilidade para melhorar a produtividade e os controles, 
Às 11h -Bruno Soares destacará a Redução de custos em energia com investimento,
Às 11h45 - Bruno Dreher, O impacto da tecnologia e o futuro do varejo,  
Às 13hA abertura da feira de negócios.
Às 13h30 Cláudio Paes, o seminário sobre Consolidação nas vendas com cartões,
Às 15h - Igor Drews conduzirá o painel Você está pronto para o futuro?

Informações através do e-mail eventos@agas.com.br. As inscrições já estão abertas no site www.agas.com.br. O Infoagas 2018 tem patrocínios da RP Info, Sysmo Sistemas e EDP.
Fonte: Agas

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Feira Brasileira do Varejo.

“Esta casa cheia é uma prova de que o Brasil não para nem sem gasolina”. A  observação de Caito Maia, fundador e presidente da Chilli Beans no segundo dia da 6ª edição da Feira Brasileira do Varejo, realizada pelo Sindilojas Porto Alegre, ajuda a resumir o fenômeno que, apesar das adversidades, faz da 6ª edição da FBV um sucesso. A projeção de movimentação financeira, de R$ 7,5 milhões em negócios prospectados no evento pelos expositores; e a média de 131 prospects por expositor, animam as empresas presentes. A expectativa é encerrar a feira, no final da tarde desta quarta-feira, 30, com mais de 6.200 visitantes em três dias com intensa programação.
O presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, lembra que a primeira edição da FBV, em 2013, aconteceu em meio aos protestos populares em todo o Brasil. “Nesta 6ª edição, em um espaço três vezes maior, enfrentamos a paralisação dos caminhoneiros que afeta todo o País, mas nem isso nos abalou. A FBV está sendo um sucesso e demonstra a tenacidade empreendedora do varejo. Tivemos excelente participação de público, apesar das circunstâncias, e lotação máxima nas palestras. Esses resultados representam a força do setor e nos enchem de otimismo”, destaca.
Ronaldo Sielichow, presidente da Feira Brasileira do Varejo, anuncia que o Sindilojas Porto Alegre já está trabalhando na próxima edição da FBV, que será realizada em maio de 2019, também no Centro de Eventos Fiergs. “Esperamos todos aqui, para mais três dias compartilhando conhecimento, promovendo parcerias e negócios, além, é claro, de aproximar o público das mais recentes soluções tecnológicas e tendências voltadas ao varejo”.
Com visitação aberta e gratuita ao público, a 6ª edição da FBV contou com 70 expositores de empresas especializadas em soluções de tecnologia, gestão, segurança, marketing entre outros serviços e produtos voltados ao segmento. Além de visitar os estandes, os participantes puderam conhecer as principais novidades do setor e fazer negócios, além de assistir gratuitamente às palestras do FBV Talks, que aconteceram durante os três dias de evento.
O Congresso Brasileiro do Varejo, que acontece desde 2013 em paralelo à feira, reuniu neste ano cerca de 40 dos principais nomes de referência nacional e internacional no setor para uma concorrida agenda de palestras. Entre eles, José Galló, diretor-presidente da Lojas Renner; Caito Maia, fundador e presidente da Chilli Beans; João Appolinário, fundador e proprietário da Polishop; Martha Gabriel, escritora e consultora; Eduardo Tevah, empresário, consultor e palestrante; Patrícia Palermo, economista-chefe da Fecomércio-RS; Gil Giardelli, estudioso de cultura digital; e Nathalia Arcuri, influenciadora digital, coach financeira e criadora do canal Me Poupe!; e o estilista Ronaldo Fraga.
Outras atrações de destaque foram a Trend Store, projeto desenvolvido exclusivamente pelo Sindilojas Porto Alegre para apresentar as novas tendências do setor integrando físico e digital; o Varejo Now, o Desafio Fashion, o Varejo Experience e a exposição do Retail Design Institute, propostas que ampliaram conhecimento, fomentaram a troca de experiências e trouxeram soluções inovadoras para o varejo, em consonância com as demandas de um mercado em transformação.
Fonte: Sindilojas.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Preços médios dos materiais de construção em março de 2018.

Aço CA-50 Ø mm R$ 4,52
Areia Lavada m3 R$ 65,74;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 310,60; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.106,55;
Brita nº 02 m3 R$ 58,89
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 3,31
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,55; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 316,68
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 34,25;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 107,70;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 17,26
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 641,77
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 35,15;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,23
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 175,21
Locação de Betoneira dia R$ 33,48
Placa de gesso m2 R$ 10,77
Porta lisa p/pintura unid R$ 126,06;
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 22,31;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 42,94; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 51,75
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,59;
Tinta látex PVA l R$ 20,29
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 28,46
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 22,03; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 59,33; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

quinta-feira, 29 de março de 2018

Sinduscon RS divulga o CUB/m² fevereiro.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de fevereiro de 2018, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em fevereiro foram:

Janela de correr tamanho 1,20m x 1,20m em ferro (2,36%),

Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2″ (1,97%),
Esquadria de correr tamanho 2,00m x 1,40m, em alumínio (1,94%),
Tinta látex PVA (1,26%),
Porta lisa p/pintura (1,05%), e
Fechadura para porta Interna, em ferro, acabamento cromado (0,89%).

O material de construção que apresentou redução de preço em fevereiro último:

Registro de pressão cromado Ø  1/2″ (-4,04%),
Locação de Betoneira (-2,60%),
Disjuntor tripolar 70 A (-2,00%),
Bacia sanitária branca com caixa acoplada (-1,09%),
Aço CA-50 Ø  10mm (-0,67%), e
Concreto fck=25 Mpe (-0,40%).
Fonte: SindusconRS

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Preços médios dos materiais de construção em dezembro de 2017.

Aço CA-50 Ø mm R$ 4,54
Areia Lavada m3 R$ 64,75;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 320,54; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.108,27;
Brita nº 02 m3 R$ 58,89
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 3,24
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,53; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 31004
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 33,94;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 111,82;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 16,76
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 624,50
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 35,08;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,17
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 168,87
Locação de Betoneira dia R$ 32,33
Placa de gesso m2 R$ 10,77
Porta lisa p/pintura unid R$ 125,39;
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 22,82;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 45,62; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 49,75
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,58;
Tinta látex PVA l R$ 19,85
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 28,50
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 22,25; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 59,33; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS