“As Redes Sociais, as compras coletivas, os conteúdos específicos para players, as versões customizadas para navegadores, as aplicações móbiles, a transmídia, a 3D, os links patrocinados, os diferentes sistemas operacionais, os novos aplicativos, as tendências específicas de segmentos de públicos, os hábitos de consumos na web, as diferentes opções de mídia e a publicidade digital, são as novas necessidades para todos os tipos de empresas que vão impactar enormemente o seu negócio”. (Airton Correa Soares Junior – diretor de marketing da CDI – Comunicação Digital Inteligente) Fonte: Jornal do Comércio RS.

segunda-feira, 3 de junho de 2024

FGV divulga INCC-M de maio de 2024

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou alta de 0,59% em maio, registrando aceleração em comparação a taxa de 0,41% observada no mês anterior. Apesar da aceleração, este movimento sinaliza uma tendência de estabilização nos custos da construção, quando se observa a taxa em 12 meses, que está em 3,68%, patamar próximo ao registrado no mês passado. Em comparação a igual período em 2023, o índice registrou grande descompressão, pois a taxa anualizada em maio de 2023 era de 6,32%.

A componente do Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) referente a Materiais, Equipamentos e Serviços evidenciou uma modesta aceleração em seu crescimento, passando de 0,18% em abril para 0,27% em maio. Esse movimento sugere estabilidade nos custos dos insumos e dos serviços no setor. Por outro lado, o setor da Mão de Obra subiu para 1,05% em maio, acelerando em relação à taxa de 0,74% registrada no mês anterior.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo de Materiais, Equipamentos e Serviços, a categoria de Materiais e Equipamentos registrou aumento de 0,25% em maio, marcando um incremento maior em relação à taxa de 0,17% vista em abril. Esse movimento reflete uma tendência de alta nos preços desses insumos, crucial para a execução de projetos de construção. Nesta apuração, três dos quatro subgrupos que compõem essa categoria exibiram avanço em suas taxas de variação. Um destaque particular foi o subgrupo "materiais para instalação", que viu sua taxa subir de 0,63% para 0,85%.

No âmbito do grupo de Serviços, observou-se um aumento significativo na variação, que passou de 0,29% em abril para 0,50% em maio. Esta elevação foi reflexo no item "projetos", que viu sua taxa de variação avançar de 0,14% para 0,55%.

Mão de obra

A variação do índice de Mão de Obra registrou 1,05% em maio, marcando uma importante aceleração quando comparada ao índice de 0,74% observado em abril, em função de reajustes espontâneos e dos dissídios.

Capitais

As taxas de variação do Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) mostraram uma dinâmica variada em diferentes cidades brasileiras durante o mês de maio. Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo apresentaram uma aceleração em suas taxas de variação, sinalizando um aumento nos custos de construção nessas localidades. Por outro lado, Salvador, Recife e Porto Alegre registraram recuo em suas taxas de variação, indicando uma diminuição relativa nos custos de construção nessas cidades.

domingo, 2 de junho de 2024

sábado, 5 de março de 2022

9ª Feira Brasileira do Varejo

Estão abertas as inscrições para a 9ª Feira Brasileira do Varejo, que vai reunir referências nacionais e internacionais do setor para debater e compartilhar conhecimento em diversas áreas do varejo por meio do Congresso Brasileiro do Varejo, de 24 a 26 maio de 2022,  no Centro de Eventos da FIERGS (Av. Assis Brasil, 8787 – Porto Alegre/RS). Com o objetivo de qualificar os lojistas, a FBV ainda apresenta tendências e o que há de novo no mercado do Brasil e do mundo. Além do congresso, a Feira Brasileira do Varejo oportuniza conexões por meio de diversas iniciativas, como o FBV Moda, Trend Store, FBV Talks, Varejo Now, Varejo Experience e FBV Talks, atrações que reúnem varejistas, profissionais do setor, startups, investidores e estudantes no mesmo evento, pelo mesmo intuito: fazer o varejo crescer.

quinta-feira, 3 de março de 2022

O SindusconRS divulgou o CUB/m² de fevereiro.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul (SindusconRS) divulgou o CUB/m² - Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de fevereiro de 2022, com base na NBR 12.721/2006.  


Os materiais de construção que mais subiram em fevereiro último:

Janela de correr tamanho 1,20m x 1,20m, em ferro (3,42%),
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado (2,53%),
Placa cerâmica (azulejo) 30cm X 40cm, PBII (2,48%),
Concreto fck=25 Mpe (2,41%),
Tubo de PVC R rígido reforçado para esgoto Ø 150mm (2,32%), e
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1,40m , em alumínio (2,01%).

Já os materiais  de construção que apresentaram redução nos preço foram: 

Aço CA - 50 10mm (-2,66%),
Brita nº02 (-2,12%),
Areia lavada (-1,59%), e
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2″ (-0,42%). 

Nos últimos doze meses, de março de 2021 a fevereiro de 2022, os materiais que mais subiram foram: 

Chapa compensado plastificado 18mm (62,25%),
Porta lisa para pintura (44,05%),
Emulsão Asfáltica Impermeabilizante (41,75%),
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1,40m , em alumínio (38,81%),
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado (33,08%),
Tinta Látex PVA (29,97%), e
Bacia sanitária branca com caixa acoplada (28,70%).

 Fonte: SindusconRS

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Varejo brasileiro poderá deixar de vender R$ 11,8 bilhões devido aos feriados de 2020

Um levantamento da Fecomércio-SP indicou que os feriados nacionais terão impacto de 11,8 bilhões de reais este ano no varejo nacional. Somente no Rio Grande do Sul, o prejuízo estimado é de R$ 1,2 bilhão, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). No total, serão dez feriados prolongados no RS, um a mais que no restante do país, que cairão em sextas ou segundas-feiras. De acordo com a estimativa, a perda será 53% maior do que a prevista para 2019 de 7,6 bilhões de reais. Dentre os setores que sofrerão o maior prejuízo no período estão o comércio de combustível, artigos de papelaria e joias e relógios, com perda de 4,48 bilhões de reais, alta de 47% em comparação ao ano passado. 

Com isso, os empresários e gestores devem ficar atentos ao processo de vendas para garantir a lucratividade de seus negócios mesmo diante da sazonalidade. “Alguns feriados como Carnaval e Corpus Christi contam como pontos facultativos e demandam ainda mais dias de folga, afetando inclusive o funcionamento do serviço público. O ano também terá os feriados municipais e estaduais e isso acaba impactando a produtividade do comércio”, comenta Alberto Júnior, especialista em vendas e fundador do Grupo Life Brasil - holding especialista em seguros de vida.

Lojas abertas em Porto Alegre

Na capital gaúcha, para minimizar o prejuízo com os feriados deste ano o Sindilojas Porto Alegre negociou junto ao Sindec-POA uma medida para possibilitar a abertura do comércio nessas datas. Para isso, é preciso que cada empresa realize acordo coletivo com as entidades. Basta manifestar o interesse em aderir para que seja providenciada a devida formalização, que irá garantir o funcionamento normal, com empregados, em feriados.

Dicas para vender mais

De acordo com Alberto Junior, do Grupo Life Brasil, algumas estratégias podem ajudar a garantir a lucratividade das empresas este ano. “O empreendedor e os vendedores precisam ter um desempenho maior nesses períodos, com foco, métricas semanais e balizadores da sua estratégia, com base no seu negócio. Isso aumenta a geração da receita para a empresa. Estabelecer uma meta de vendas que deve ser realizada semanalmente, ajuda na precificação do seu produto e na geração de valor”, comenta o especialista.

Para quem atua com vendas diretas, mensurar a taxa de conversão de atendimento é um fator chave para aumentar as vendas. “O vendedor precisa saber quantos atendimentos deverão ser feitos durante a semana e quais são os melhores dias para vendas, conforme o perfil de cada cliente, pois quanto maior a sua performance, maior será o seu engajamento”, explica Alberto Júnior.

Para a geração de resultados de vendas é preciso planejar o que se deseja obter. “Uma dica é estabelecer um valor de faturamento e a partir disso serão realizadas estratégias que ajudarão a alcançar os resultados. O cliente também precisa saber que é a sua empresa, o que ela faz e por que precisa utilizar os seus produtos ou serviços”, comenta. “O investimento em publicidade e redes sociais também é uma boa opção. Ações de marketing criativas ajudam a atrair mais clientes”, explica.
Fonte: Fecomércio-RS

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Índice de Confiança Empresarial subiu em janeiro

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) subiu 0,9 ponto em janeiro de 2020, para 98,0 pontos, maior nível desde março de 2014. Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,2 ponto, no sétimo aumento consecutivo.
“Após a terceira alta consecutiva, a confiança empresarial atinge o maior nível desde antes da recessão de 2014-2016. Nos últimos meses, o ICE tem sido impulsionado pelo setor da construção e pela melhora das expectativas em relação ao futuro, com destaque para a retomada do otimismo em relação a novas contratações. Apesar da tendência favorável, o nível ainda baixo do índice que mede a percepção sobre a situação presente dos negócios mostra que a economia ainda precisa avançar para chegar a uma situação que possa ser avaliada pelo meio empresarial como sendo de “normalidade””, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV IBRE.
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.
O índice que mede a percepção dos empresários sobre a situação corrente dos negócios (ISA-E) caiu 0,5 ponto, para 93,5 pontos. O Índice de Expectativas (IE-E) subiu 0,7 ponto, para 100,9 pontos, maior nível desde janeiro de 2019 (102,8 pontos).
O ano de 2020 começa com avanço da confiança em todos os setores que compõem o ICE, à exceção de Serviços, em que a confiança ficou praticamente estável (-0,1 pt) em janeiro. A confiança da Indústria retornou ao nível de neutralidade ao subir pela terceira vez consecutiva, desta vez em 1,5 ponto. A confiança do Comércio subiu 1,2 ponto, influenciado pela melhora das expectativas. A confiança da Construção, que vem crescendo desde junho de 2019, atingiu 94,2 pontos, o maior nível desde maio de 2014 (94,6 pontos). Em médias móveis trimestrais, todos os setores mantiveram a tendência ascendente.
Fonte: FGV